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Artigos Diversos | 08/10/2015

Constelação Familiar Sistêmica

Descobrindo sensações e sentimentos para solucionar problemas e viver uma vida mais saudável, Essa é a função da Constelação Familiar, tipo de terapia que tem conquistado cada vez mais seguidores, todos eles pessoas em busca de autoconhecimento. Entenda a relação da prática com a homeopatia e porque ela funciona efetivamente no Blog Homeopatia e Saúde.

A homeopatia trata o indivíduo e não a doença. E grande parte – senão a totalidade – das doenças que manifestamos são de causas emocionais. Mas quando essas emoções não são tratadas, essas “causas” não são descobertas, a manifestação da doença retorna. A Constelação Familiar ajuda a localizar essa causa emocional, que muitas vezes é bem diferente do que imaginamos.

O Dr. Adailton Salvatore Meira é médico, ginecologista, obstetra, homeopata e especialista em constelação familiar. Ele explica que sistêmico é um conceito que vem da psicologia e significa que a pessoa em relação com sua família: pais, irmãos, tios, avós maternos e paternos, bisavós e em alguns casos até tataravós.

“A psicologia se estruturou no decorrer do século XX em cima do indivíduo. Os problemas emocionais da pessoa, estavam relacionados com ela. Um pouco mais tarde se viu que o indivíduo ficava doente emocionalmente ou fisicamente por relações com a família. Uma criança doente, muitas vezes significa uma família, um casal, doente. Algumas pessoas ficam em depressão, por estarem identificadas com ancestrais, que muitas vezes já morreram”, exemplifica o especialista

A Constelação Familiar é uma técnica de psicoterapia onde se reconstrói a árvore genealógica, para identificar e remover possíveis bloqueios do fluxo amoroso ou de relacionamento entre pessoas, de qualquer geração ou membro da família.

Família e, família ah, família…

Trazemos em nós muito mais que características genéticas dos nossos antepassados. Nosso DNA carrega traços como a cor dos olhos, altura, tipo de cabelo e predisposições para determinadas doenças. Mas trazemos também conosco o nosso campo morfogenético, um campo estudado pela metafísica que carrega em nós as experiências e vivências que nossos ancestrais tiveram. Carregamos isso conosco, mesmo sem ter consciência disso.

A constelação familiar sistêmica é uma experiência única, individual. Cada pessoa que passa por uma, seja sozinho ou em grupo, se depara com situações que antes não eram percebidas que podem estar influenciando sua vida e, muitas vezes, a vida de quem a cerca, como filhos, cônjuges, etc.

“Não raro vem à tona as feridas da alma, aquilo que está inconsciente no paciente e isto o ajuda a esclarecer situações, entender comportamentos, tomar suas decisões e a caminhar do mundo ‘infantil’ para o mundo ‘adulto’. Quanto mais no mundo adulto estiver, mais desligado de sua família de origem fica o paciente. E mais leve, mais harmônico e mais feliz, por conseguinte”, expõe Dr. Adailton.

Toda a informação do que aconteceu com cada membro de uma família está contida no campo morfogenético. Esta informação pode ser acessada quando se monta um grupo de Constelação.

“Isto não acontece em um passe de mágica, é um processo que o paciente constrói, paulatinamente, olhando e acolhendo as situações que eram difíceis de lidar quando criança, tais como abandono, rejeição, desprezo, desrespeito, violência, abuso, etc, e que, como adulto, consegue olhar e acolher” retrata o médico.

Muitas vezes a descoberta feita em uma sessão chega a um ponto de equilíbrio, de estabilidade, que é o suficiente para aquele dia, para aquele momento, para o que o paciente pode suportar. “A Constelação não se propõe a resolver problemas, a curar, mas sim a abrir a janela e fazer com que o indivíduo possa olhar, ver o que não via antes, ou o que via sob o olhar da mãe, ou sob o olhar da sua criança, e que não lhe permitiu evoluir para o mundo adulto” explica Dr. Salvatore.

Sessão em grupo

As sessões de constelação familiar sistêmicas em grupo propõem que a pessoa que vai constelar apresente o assunto e o facilitador ou terapeuta oriente quais os personagens que farão parte dessa história. Então, o paciente vai escolhendo entre membros do grupo quem representará os personagens e retorna ao lado do facilitador. O campo morfogenético criado numa sessão de constelação familiar representa, simula as ações e sentimentos que aqueles membros da família do constelado sentiam. Cada um que está ali em representação à alguém tem sentimentos e sensações, como vontade de rir, de chorar, de se afastar, ou ficar próximo de outras pessoas que também estão ali em representação à outras pessoas da família. Alguns sentem raiva, carinho, vontade de ajudar. E, conforme o constelado tem acesso a esse entendimento, de ver o todo, consegue ver com mais clareza a solução de seu problema. Esse processo quem representa também consegue entender sentimentos que muitas vezes são similares aos de sua história e, mesmo representando a história do outro, consegue ter ganhos pessoais.

“Não há como avaliar se uma constelação foi boa, se foi legal. Não se deve perguntar a uma pessoa que passou pelo processo: ‘E aí, com foi?’ Isto só fomenta a curiosidade de quem pergunta e tira a pessoa do processo, do estado de sentir, e a coloca no estado de analisar, contar para o outro, e não de vivenciar o que está acontecendo dentro dela. O que está dentro dela não interessa a ninguém mais além dela mesma. A constelação aconteceu. Pronto. Algo se passou no interior, na alma desta pessoa. Uma luz se acendeu, uma porta se abriu, uma possibilidade não aventada antes aconteceu… pronto”, conclui Dr. Adailton Salvatore.

Fonte: http://similia.com.br/homeopatiaesaude/constelacao-familiar-sistemica/


Dr. Adailton Salvatore

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